Precificar “no olho” ou copiando o preço do concorrente é uma das formas mais comuns de uma empresa vender bastante e, ainda assim, ter prejuízo no fim do mês.
Elementos que precisam entrar na conta
- Custo direto: matéria-prima, mercadoria ou insumo do serviço;
- Custos fixos rateados: aluguel, energia, salários administrativos, divididos pelo volume de vendas esperado;
- Impostos sobre a venda: que variam conforme o regime tributário da empresa;
- Margem de lucro desejada: o quanto a empresa quer ganhar sobre cada venda;
- Comissões e taxas de cartão, quando aplicável.
Fórmula básica (markup)
O markup é o índice aplicado sobre o custo para chegar ao preço de venda, considerando todos os itens acima. Ele muda conforme o regime tributário — por isso, uma empresa no Simples Nacional e outra no Lucro Presumido, com o mesmo custo de produto, podem ter markups diferentes.
Erro mais comum
Não repassar corretamente o imposto para o preço final, especialmente quando a empresa migra de regime tributário e esquece de recalcular a precificação. Revisar os preços a cada mudança de regime, aumento de custo ou reajuste de impostos é essencial para manter a margem.
