A maioria das empresas familiares brasileiras não sobrevive à terceira geração — e o motivo raramente é falta de mercado ou de capital. Na maior parte dos casos, é a ausência de um plano de sucessão formal.

Sinais de que a sucessão precisa ser planejada

Passos para estruturar a sucessão

  1. Formalizar um acordo de sócios ou protocolo familiar, definindo regras de entrada, saída e remuneração de familiares na empresa;
  2. Avaliar a constituição de uma holding para organizar a transferência de participações societárias;
  3. Preparar os sucessores com cargos e responsabilidades reais antes da saída do fundador, não apenas no papel;
  4. Definir, com apoio jurídico e contábil, o modelo de transferência de patrimônio — doação em vida, testamento ou holding.

O papel da contabilidade nesse processo

Além de estruturar a parte fiscal e societária, a contabilidade ajuda a simular o impacto financeiro de cada modelo de sucessão, mostrando qual caminho preserva mais patrimônio e reduz conflitos futuros entre os herdeiros.

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